EXAME – Diagnóstico rápido é com a OrangeLife

A OrangeLife faturou 2,5 milhões de reais em 2012 produzindo testes para detectar doenças. Agora seu dono, o empreendedor Marco Collovati, está em dúvida sobre o caminho a seguir — aumentar as vendas no Brasil ou investir nas exportações?

 

São Paulo – Desde que chegou ao Brasil, no fim da década de 90, o médico italino Marco Collovati, de 44 anos, buscou entender os altos índices de mortes causados por doenças que já estavam erradicadas em seu país. Collovati é fundador da OrangeLife, empresa carioca de pesquisa e desenvolvimento de tecnologia para exames diagnósticos na área de saúde.

Após anos de observação, percebi que, em muitos casos, as patologias nem chegavam a ser detectadas”, diz. “Enfermidades como hanseníase, leishmaniose e toxoplasmose ainda afetam muitas pessoas no Brasil e em outros países”.

Em 2012, as receitas da OrangeLife, que produz testes para detectar doenças como dengue e leptospirose, chegaram a 2,5 milhões de reais. Os principais clientes da empresa são hospitais federais e pequenos laboratórios de análises clínicas que ainda não são automatizados.

“Desde que treinados, enfermeiros, farmacêuticos ou técnicos de laboratório podem realizar os testes, que são bastante simples”, diz Collovati. “Basta pingar uma gota de sangue em uma lâmina e esperar o resultado, que sai em 10 minutos”.

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